A escola Montessoriana da prática do estágio curricular tem um grande diferencial diante de outras abordagens educacionais. Os Exercícios de Vida Prática auxiliam a criança na criatividade, ajuda a desenvolver a característica humana fundamental de sua personalidade: a unidade de pensamento, desejo e ação, chamada de Coordenação de Movimento, que interfere e influi na vida emocional.
Encontramos na teoria de Skinner sobre as aprendizagens na interação com o meio, leituras do referencial teorico encontra-se na disciplina de Psicologia I. A educação foi uma das preocupações centrais deste autor. Skinner considerava o sistema escolar um fracasso por se basear na presença obrigatória, sob pena de punição. Ele defendia que se dessem aos alunos "razões positivas" para estudar. Para Skinner, o ensino deve ser planejado para levar o aluno a emitir comportamentos progressivamente próximos do objetivo final, sem que para isso precise cometer erros. Num de seus livros mais conhecidos, Além da Liberdade e da Dignidade, ele rejeitou noções como a do livre-arbítrio e defendeu que todo comportamento é determinado pelo ambiente, embora a relação do indivíduo com o meio seja de interação, e não passiva.
Skinner era o grande defensor da influência do ambiente no comportamento e aprendizagem. Para Montessori o ambiente é fator crucial no desenvolvimento, porque a criança tem uma mente absorvente, isto a criança é capaz de internalizar as experiências com seu ambiente.
LUDICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL
São argumentos para o Foco Investigativo do TCC, falar da Educação Infantil de 0 a 6 anos e especificamente das aprendizagens das crianças de 3 anos do estágio na Escola Montessoriana. Elementos de investigação teórica nas Interdisciplinas já cursadas. No Eixo III na Disciplina Ludicidade e Educação lêem-se sobre a psicologia do jogo que aborda o ponto de vista sobre a brincadeira infantil de teorias psicológicas.
O que diz a teoria de Piaget sobre o brincar?
Piaget considerava que toda a ação infantil, em seu estágio inicial, consiste em jogo, apenas excetuando as atividades de nutrição e algumas reações emocionais, como a raiva. Segundo as concepções de Piaget (1945/1971), não é possível traçar uma fronteira natural entre o que é jogo ou não.
Piaget (1945/1971) classifica os jogos que a criança apresenta em três tipos: jogos de exercício, jogos simbólicos e jogos de regras (conforme Tabela 2). Os jogos de exercícios são os primeiros a aparecer e predominam nos dois primeiros anos de vida. São exercícios lúdicos que correspondem a uma espécie de simples funcionamento por prazer. Com o desenvolvimento, a freqüência destes jogos diminui e aparecerão os jogos dos outros tipos. Os jogos simbólicos são brincadeiras em que um objeto qualquer representa um objeto ausente. Por exemplo, uma criança que brinca de automóvel deslocando uma caixa está representando simbolicamente o automóvel pela caixa. Tal acontecimento só ocorre a partir dos dois anos de idade, quando a criança já está no estágio pré-operacional.
Ainda para Piaget, os jogos de regras consistem em combinações sensório–motoras ou intelectuais e são reguladas, quer por um código transmitido de geração a geração, quer por acordos momentâneos. Este é um jogo característico do indivíduo socializado.
Outra teoria de fundamental importância para a Psicologia do Jogo é a Psicanalítica, que tem como principal teórico Sigmund Freud.
Freud (1908/1969) já destacava, no início do século passado, a importância da brincadeira no desenvolvimento infantil. Para ele, as ocupações favoritas e mais intensas da criança eram os brinquedos ou os jogos. Freud salientou que ao brincar toda criança se comporta como um escritor criativo, pois cria um mundo próprio, ou melhor, reajusta os elementos de seu mundo de uma nova forma que lhe agrade. Porém, não há a idéia de que a criança não leva esse mundo a sério. Ao contrário, Freud destaca que a criança leva muito a sério a sua brincadeira e despende na mesma muita emoção. Assim, ele propõe a idéia de que a antítese de brincar não é o que é sério, mas o que é real. “Apesar de toda a emoção com que a criança catexiza seu mundo de brinquedo, ela o distingue perfeitamente da realidade, e gosta de ligar seus objetos e situações imaginados às coisas visíveis e tangíveis do mundo real. Essa conexão é tudo o que diferencia o brincar infantil do fantasiar.” (pp. 149-150)
Para a teoria psicanalítica, a brincadeira proporciona a elaboração de materiais experienciados pela criança, que vem buscando o princípio do prazer.
Segundo Freud (1931/1969), o brinquedo e o brincar são os melhores representantes psíquicos dos processos interiores das crianças.
Referências:
Cerqueira-Santos, Elder (2004). Um estudo sobre a brincadeira entre crianças em situação de rua. Dissertação de Mestrado - PPG em Psicologia do Desenvolvimento, UFRGS.
O que diz a teoria de Piaget sobre o brincar?
Piaget considerava que toda a ação infantil, em seu estágio inicial, consiste em jogo, apenas excetuando as atividades de nutrição e algumas reações emocionais, como a raiva. Segundo as concepções de Piaget (1945/1971), não é possível traçar uma fronteira natural entre o que é jogo ou não.
Piaget (1945/1971) classifica os jogos que a criança apresenta em três tipos: jogos de exercício, jogos simbólicos e jogos de regras (conforme Tabela 2). Os jogos de exercícios são os primeiros a aparecer e predominam nos dois primeiros anos de vida. São exercícios lúdicos que correspondem a uma espécie de simples funcionamento por prazer. Com o desenvolvimento, a freqüência destes jogos diminui e aparecerão os jogos dos outros tipos. Os jogos simbólicos são brincadeiras em que um objeto qualquer representa um objeto ausente. Por exemplo, uma criança que brinca de automóvel deslocando uma caixa está representando simbolicamente o automóvel pela caixa. Tal acontecimento só ocorre a partir dos dois anos de idade, quando a criança já está no estágio pré-operacional.
Ainda para Piaget, os jogos de regras consistem em combinações sensório–motoras ou intelectuais e são reguladas, quer por um código transmitido de geração a geração, quer por acordos momentâneos. Este é um jogo característico do indivíduo socializado.
Outra teoria de fundamental importância para a Psicologia do Jogo é a Psicanalítica, que tem como principal teórico Sigmund Freud.
Freud (1908/1969) já destacava, no início do século passado, a importância da brincadeira no desenvolvimento infantil. Para ele, as ocupações favoritas e mais intensas da criança eram os brinquedos ou os jogos. Freud salientou que ao brincar toda criança se comporta como um escritor criativo, pois cria um mundo próprio, ou melhor, reajusta os elementos de seu mundo de uma nova forma que lhe agrade. Porém, não há a idéia de que a criança não leva esse mundo a sério. Ao contrário, Freud destaca que a criança leva muito a sério a sua brincadeira e despende na mesma muita emoção. Assim, ele propõe a idéia de que a antítese de brincar não é o que é sério, mas o que é real. “Apesar de toda a emoção com que a criança catexiza seu mundo de brinquedo, ela o distingue perfeitamente da realidade, e gosta de ligar seus objetos e situações imaginados às coisas visíveis e tangíveis do mundo real. Essa conexão é tudo o que diferencia o brincar infantil do fantasiar.” (pp. 149-150)
Para a teoria psicanalítica, a brincadeira proporciona a elaboração de materiais experienciados pela criança, que vem buscando o princípio do prazer.
Segundo Freud (1931/1969), o brinquedo e o brincar são os melhores representantes psíquicos dos processos interiores das crianças.
Referências:
Cerqueira-Santos, Elder (2004). Um estudo sobre a brincadeira entre crianças em situação de rua. Dissertação de Mestrado - PPG em Psicologia do Desenvolvimento, UFRGS.
A retomada das Interdisciplinas...
Inicialmente a retomada foi em Psicologia I. A leitura teórica de:
KUPFER, Maria Cristina. Freud e a Educação. O mestre do impossível. São Paulo: Scipione, 1992. Psicanálise e Educação na era pós-freudiana
Capítulo 2 UMA HISTÓRIA DE CASAMENTOS DESFEITOS:A aplicação da Psicanálise à Educação.
No capítulo 3, O DESEJO DE SABER, lê-se sobre a teoria freudiana da aprendizagem que nos revela que vimos alguns determinantes que levam uma criança a querer aprender. Contudo, ela não aprende sozinha. É preciso que haja um professor para que esse aprendizado se realize. "O que é aprender?" supõe, para a Psicanálise, a presença de um professor, colocado numa determinada posição, que pode ou não propiciar aprendizagem.
O ato de aprender sempre pressupõe uma relação com outra pessoa, a que ensina. Não há ensino sem professor. Até mesmo o autodidatismo (visto pela Psicanálise como um sintoma) supõe a figura imaginada de alguém que está transmitindo, através de um livro, por exemplo, aquele saber. E no caso de não haver sequer um livro ensinando, o aprender como descoberta aparentemente espontâneo supõe um diálogo interior entre o aprendiz e alguma figura
qualquer, imaginada por ele, que possa servir de suporte para esse diálogo. Muito importante é ter esse conhecimentos para argumentar sobre a vontade de aprender da criança.
Meus argumentos para a retomada em Psicologia I e com o referencial teórico citado são para compreender o "Desejo de Aprender". Importante também para compreender as idéias expostas pela educadora Maria Montessori, um dos pilares da educação infantil, que estudou as necessidades psicológicas e sociais da criança. Maria Montessori em seu livro "Formação do Homem" fundamenta de como se processa o desenvolvimento humano desde a fase embrionária. Como cientista e pesquisadora no capítulo "O estudo do Homem" revela que [...se a ciência começasse a estudar os homens, conseguiria não só fornecer novas técnicas para a educação das crianças e dos jovens, mas chegaria a uma compreensão profunda de muitos fenômenos humanos e sociais...]
Leituras que irão auxiliar na construção disertativa do TCC com o foco investigativo na escola Montessoriana do estágio curricular.
KUPFER, Maria Cristina. Freud e a Educação. O mestre do impossível. São Paulo: Scipione, 1992. Psicanálise e Educação na era pós-freudiana
Capítulo 2 UMA HISTÓRIA DE CASAMENTOS DESFEITOS:A aplicação da Psicanálise à Educação.
No capítulo 3, O DESEJO DE SABER, lê-se sobre a teoria freudiana da aprendizagem que nos revela que vimos alguns determinantes que levam uma criança a querer aprender. Contudo, ela não aprende sozinha. É preciso que haja um professor para que esse aprendizado se realize. "O que é aprender?" supõe, para a Psicanálise, a presença de um professor, colocado numa determinada posição, que pode ou não propiciar aprendizagem.
O ato de aprender sempre pressupõe uma relação com outra pessoa, a que ensina. Não há ensino sem professor. Até mesmo o autodidatismo (visto pela Psicanálise como um sintoma) supõe a figura imaginada de alguém que está transmitindo, através de um livro, por exemplo, aquele saber. E no caso de não haver sequer um livro ensinando, o aprender como descoberta aparentemente espontâneo supõe um diálogo interior entre o aprendiz e alguma figura
qualquer, imaginada por ele, que possa servir de suporte para esse diálogo. Muito importante é ter esse conhecimentos para argumentar sobre a vontade de aprender da criança.
Meus argumentos para a retomada em Psicologia I e com o referencial teórico citado são para compreender o "Desejo de Aprender". Importante também para compreender as idéias expostas pela educadora Maria Montessori, um dos pilares da educação infantil, que estudou as necessidades psicológicas e sociais da criança. Maria Montessori em seu livro "Formação do Homem" fundamenta de como se processa o desenvolvimento humano desde a fase embrionária. Como cientista e pesquisadora no capítulo "O estudo do Homem" revela que [...se a ciência começasse a estudar os homens, conseguiria não só fornecer novas técnicas para a educação das crianças e dos jovens, mas chegaria a uma compreensão profunda de muitos fenômenos humanos e sociais...]
Leituras que irão auxiliar na construção disertativa do TCC com o foco investigativo na escola Montessoriana do estágio curricular.
Foco Investigativo...
Para Montessori, liberdade é uma consequência do desenvolvimento. É a construção da personalidade, alcançada pelo próprio esforço e pelas suas experiências.
A organização física da "sala de aula" respalda as relações interpessoais, onde a ação individual reflete a coletiva, propiciando o trabalho compartilhado, cooperativo e de não competição.
Com formação em Medicina, Montessori empregou um método baseado diretamente na observação do desenvolvimento e comportamento da criança com contribuições científicas.
O espírito de observação se instalou na minha prática curricular na escola do Estágio, baseada no método educacional montessoriano.
No contexto de observação e práticas muitas aprendizagens foram acrescidas na minha formação pedagógica. O momento é especial para encontrar o foco investigativo com as experiências vivenciadas na sala de aula da Agrupada II(crianças de 3 e 4anos) no estágio.
Os argumentos são as experiências com os alunos e as evidências terão o apoio do referencial teórico de Maria Montessori, criadora do método em referência, Lubienska de Lenval que trabalhou com Montessori por vários anos em Roma. Em Piaget sobre o Desenvolvimento e a Aprendizagem, Epistemologia Genética e construção do Conhecimento, etc.
A organização física da "sala de aula" respalda as relações interpessoais, onde a ação individual reflete a coletiva, propiciando o trabalho compartilhado, cooperativo e de não competição.
Com formação em Medicina, Montessori empregou um método baseado diretamente na observação do desenvolvimento e comportamento da criança com contribuições científicas.
O espírito de observação se instalou na minha prática curricular na escola do Estágio, baseada no método educacional montessoriano.
No contexto de observação e práticas muitas aprendizagens foram acrescidas na minha formação pedagógica. O momento é especial para encontrar o foco investigativo com as experiências vivenciadas na sala de aula da Agrupada II(crianças de 3 e 4anos) no estágio.
Os argumentos são as experiências com os alunos e as evidências terão o apoio do referencial teórico de Maria Montessori, criadora do método em referência, Lubienska de Lenval que trabalhou com Montessori por vários anos em Roma. Em Piaget sobre o Desenvolvimento e a Aprendizagem, Epistemologia Genética e construção do Conhecimento, etc.
Início do Semestre 2010/2
O Trabalho de Conclusão de Curso será desenvolvido na Educação Infantil no Sistema Montessori de Educação.
Evidenciou-se no estágio a verdadeira conquista na aprendizagem das crianças pela prática do silêncio. O silêncio favorece o pensamento, a aquisição de conhecimento.
O exercício para a prática do silêncio é a aula de "linha". Maria Montessori, observando as crianças andando sobre os trilhos do trem e muros, notou que esse exercício trazia as crianças grande satisfação, pelo fato de exigir um enorme domínio corporal, concentração e esforço muscular. Montessori resolveu traçar uma linha em suas salas de aula, criando uma sequencia de exercícios para o aprimoramento da atenção, da coordenação dos movimentos, da concentração e da recomposição interior.
Constatou-se na prática que esse exercício prepara a criança para as diversas atividades propostas em sala de aula realizadas com calma, harmonia e concentração.
"A lição do Silêncio tem grande valor educativo, conduz a um verdadeiro domínio de si, qualidade sem a qual não pode haver disciplina nem verdadeira liberdade". Lubienska de Lenval
Evidenciou-se no estágio a verdadeira conquista na aprendizagem das crianças pela prática do silêncio. O silêncio favorece o pensamento, a aquisição de conhecimento.
O exercício para a prática do silêncio é a aula de "linha". Maria Montessori, observando as crianças andando sobre os trilhos do trem e muros, notou que esse exercício trazia as crianças grande satisfação, pelo fato de exigir um enorme domínio corporal, concentração e esforço muscular. Montessori resolveu traçar uma linha em suas salas de aula, criando uma sequencia de exercícios para o aprimoramento da atenção, da coordenação dos movimentos, da concentração e da recomposição interior.
Constatou-se na prática que esse exercício prepara a criança para as diversas atividades propostas em sala de aula realizadas com calma, harmonia e concentração.
"A lição do Silêncio tem grande valor educativo, conduz a um verdadeiro domínio de si, qualidade sem a qual não pode haver disciplina nem verdadeira liberdade". Lubienska de Lenval
Final do Estágio Curricular
Essa
Existem alguns princípios gerais que servem de guia e que eu acredito serem universais, válidos para o desenvolvimento do ser humano, independente de sua classe social, nacionalidade ou contexto histórico. Mas o modo de aplicar praticamente esses princípios, isso deve ser obra da arte e da criatividade de cada um. Só a partir de um forte vínculo afetivo é que podemos iniciar qualquer processo educacional que vise a algo mais do que passar informações. Se queremos por nós mesmos o bem, se amamos a verdade, se procuramos a justiça, então seremos um exemplo convincente para a criança. A criança gosta de aprender e deve ser incentivada nesse gosto. Um bom educador não se improvisa, mas é resultado de longos esforços intelectuais e de um grande empenho de auto-educação.
Aristóteles declara que todo o conhecimento
humano tem origem em uma tendência básica da
natureza humana que se manifesta nas ações e
reações mais elementares do homem. Toda a
extensão da vida dos sentidos é determinada e
impregnada por essa tendência.
humano tem origem em uma tendência básica da
natureza humana que se manifesta nas ações e
reações mais elementares do homem. Toda a
extensão da vida dos sentidos é determinada e
impregnada por essa tendência.
"Todos os homens, por natureza, desejam conhecer. Uma
indicação disso é o deleite que obtemos dos sentidos; pois estes, além de sua utilidade, são amados por si mesmos; eacima de todos os demais o sentido da visão."
indicação disso é o deleite que obtemos dos sentidos; pois estes, além de sua utilidade, são amados por si mesmos; eacima de todos os demais o sentido da visão."
Este trecho é altamente característico da concepçãodo conhecimento de Aristóteles.
Referências:
Texto: A CRISE DO CONHECIMENTO DE SI DO HOMEM
Postado no Rooda na Disciplina Filosofia da Educação em 22-04-2009.
Conteúdos a serem assimilados
Brincando com o Tato.
As crianças da Educação Infantil a Agrupada II, turma de estágio, também tem conteúdos a serem assimilados. O conteúdo da semana foi os órgãos dos sentidos. A busca no referencial teórico foi para argumentar cientificamente sobre o tipo de prática utilizada em sala de aula. Sendo uma escola montessoriana, a primeira busca foi em Montessori, que nos deixou importantes contribuições no campo pedagógico. Propôs um método que partia do concreto para o abstrato. Para a autora, o desenvolvimento necessita apenas um ambiente adequado, estimulador, uma educação ativa, na qual a criança aprende pela experiência. Para Montessori a educação da inteligência é estimulada e alcançada por meio de lições com materiais para concretizar os conteúdos a serem assimilados. As evidências citadas são das práticas com as crianças de cheirar folhas de diferentes chás e o contato direto das mãos com areia, amido, algodão e provar suco de limão e açúcar. Práticas com envolvimento e interesse das crianças, isto é, lições com materiais concretos para a assimilação dos conteúdos. Para Piaget esta é uma ação assimiladora e ao ser assimilado a criança reage construindo novos saberes. Essas transformações dos instrumentos de assimilação constituem a ação acomodadora. Assim, segundo Piaget, o aluno é um sujeito ativo cuja ação tem dupla dimensão: assimiladora e acomodadora.
Referências:
Texto: Alguns materiais propostos por Montessori
Postagem no Rooda na disciplina Didática, Planejamento e Avaliação- 2009/2
Postagem no Rooda na Disciplina Psicologia I – 2007/1
Texto: BECKER, Fernando - O que é construtivismo? Revista de Educação AEC, Brasília, v. 21, n.83, p. 7-15, abr./jun. 1992.
Referências:
Texto: Alguns materiais propostos por Montessori
Postagem no Rooda na disciplina Didática, Planejamento e Avaliação- 2009/2
Postagem no Rooda na Disciplina Psicologia I – 2007/1
Texto: BECKER, Fernando - O que é construtivismo? Revista de Educação AEC, Brasília, v. 21, n.83, p. 7-15, abr./jun. 1992.
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