Mais um semestre chega ao final. O êxito é alcançado com a interação de todos com as disciplinas apresentadas. Em Psicologia II, o desenvolvimento das aprendizagens relacionadas à teoria e prática.
Aprender é ampliar cada vez mais as estruturas através da ação sobre o objeto e ação sobre o próprio pensamento. As estruturas já construídas garantem a continuidade, porém, reformuladas graças às novas assimilações. Teorias de Piaget trazidas na aplicação da prática do Método Clínico com acréscimos da professora são evidências em aprendizagens.
Da mesma forma, a disciplina de Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais possibilitou grandes debates em aula presencial. Trazer as realidades vivenciadas pelos colegas compartilhando experiências nesse grande desafio da inclusão de necessidades especiais, importantes aprendizagens se agregaram.
Filosofia para nos instigar a pensar. A criação do pensamento não tem limites. Conduzir o estudo acompanhado de trocas com colegas sob orientação dos mestres na interação com o texto de Kant, um dos filósofos que mais influenciou a formação da filosofia contemporânea e o de Adorno que desenvolveu uma teoria crítica da ideologia da sociedade industrial e de sua cultura.
A natureza social do saber. Você aprende quando faz.
Vivemos em uma sociedade onde discriminar ainda é fator da realidade. Compreender e saber lidar com esse preconceito a disciplina de Questões-Étnico Raciais propôs atividades que nos levaram a refletir. Construir o Mosaico Étnico-Racial com as crianças é um dos argumentos. O racismo sempre esteve associado à dominação de um povo sobre outro. “As diferentes cores evoluíram para adaptar o organismo a vários tipos de clima”.(revista super interessante-abril-2003). Precisamos trabalhar estas questões com os alunos.
A disciplina Seminário Integrador VI nos leva novamente a questões importantes. O desafio é lançado, tanto no Projeto de Aprendizagem, como também na trajetória PEAD, quais as certezas que temos e quais as nossas dúvidas, o que ainda queremos saber. Toda nossa caminhada se trilha nessas questões, nos tornando pesquisadores, construtores de conceitos individualmente e na cooperação e trocas dos grupos.
Finalizando o 6ºsemestre já argumentamos melhor, citando teóricos, comparando com as vivências escolares. A interação nos fóruns onde o relato da prática e experiências entre todos são evidências de aprendizagens.
Mostrando postagens com marcador Educação de pessoas com necessidades especiais. Mostrar todas as postagens
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Argumentos e Evidências
São argumentos:
Ser professora e não estar em sala de aula é dificuldade para receber informações para o estudo de caso da aluna inclusiva em minha escola.
Nomeada na escola estadual com a função de "Agente Educacional Interação com o Educando" me sinto uma professora em multiplas salas de aula, ou melhor, sou professora e todos.
As informações para o estudo de caso foram através de entrevistas com as professoras da aluna. As informações técnicas fornecidas pela professora SOE foram superficiais não detalhando os dados constantes no laudo médico.
São evidências:
A minha insistência em obter informações sobre a aluna inclusiva "alertou", pois até então ninguém perguntava nada sobre ela, como está indo na aprendizagem, etc.
Meus questionamentos para a professora SOE sobre as atividades realizadas em sala e aula.
Porque esta aluna recebe a mesma prova de matemática de 5 páginas igual a dos colegas?
Porque a professora deixa ela trabalhar na prova por dois dias? Mesmo assim ela entrega a prova toda em branco? Porque a prova não pode ser diferente a dos outros colegas de aula?
Acredito estar "incomodando" com tantos questionamentos.
Estar em qualificação contribui pelo menos com um "olhar" de interesse sobre minhas questões. A escola fará um acompanhamento com as aprendizagens de cada aluno inclusivo organizado em uma pasta, isso é um caminho ainda a trilhar. "Precisamos ver isso o quanto antes" (prof.SOE)
Espectativas positivas para novas ações com alunos inclusivos.
Ser professora e não estar em sala de aula é dificuldade para receber informações para o estudo de caso da aluna inclusiva em minha escola.
Nomeada na escola estadual com a função de "Agente Educacional Interação com o Educando" me sinto uma professora em multiplas salas de aula, ou melhor, sou professora e todos.
As informações para o estudo de caso foram através de entrevistas com as professoras da aluna. As informações técnicas fornecidas pela professora SOE foram superficiais não detalhando os dados constantes no laudo médico.
São evidências:
A minha insistência em obter informações sobre a aluna inclusiva "alertou", pois até então ninguém perguntava nada sobre ela, como está indo na aprendizagem, etc.
Meus questionamentos para a professora SOE sobre as atividades realizadas em sala e aula.
Porque esta aluna recebe a mesma prova de matemática de 5 páginas igual a dos colegas?
Porque a professora deixa ela trabalhar na prova por dois dias? Mesmo assim ela entrega a prova toda em branco? Porque a prova não pode ser diferente a dos outros colegas de aula?
Acredito estar "incomodando" com tantos questionamentos.
Estar em qualificação contribui pelo menos com um "olhar" de interesse sobre minhas questões. A escola fará um acompanhamento com as aprendizagens de cada aluno inclusivo organizado em uma pasta, isso é um caminho ainda a trilhar. "Precisamos ver isso o quanto antes" (prof.SOE)
Espectativas positivas para novas ações com alunos inclusivos.
A Inclusão em Escola Particular
"
ESCOLA AMIGOS DO VERDE" Escola particular. Se localiza em rua movimentada mas a fachada já indica como ela é no interior. Um local todo arborizado, tem animais, cultivam hortaliças. A alimentação oferecida é vegetariana.
Dia 15 de abril, o jornal Bom Dia Rio Grande, apresentou uma matéria sobre alunos com necessidades educacionais especiais, destacando alguns projetos em andamento.
Percebi durante a reportagem que o menino com mais deficiência, além da professora de turma tinha outra para atendê-lo.A reportagem foi breve e mostraram e citaram só dois casos. Uma visita rápida com informações importantes.
A escola além dos casos apresentados na reportagem tem mais duas situações parecidas. A família disponibiliza uma pessoa particular para acompanhar a criança com maiores dificuldades físicas. Conforme a Pedagoga não há mais crianças inclusivas por falta de informação. A divulgação através da reportagem pode contribuir em mais alunos com necessidade educacional especial.
A Realidade na Escola
A presença de alunos com necessidades educacionais especiais na escola de atuação.
Encontrar nas teorias pontos centrais que identificam uma interação com a realidade. Dentro deste contexto o vídeo e o texto do Dr. Claudio Roberto Baptista contribuem para esclarecer nossas dúvidas e completa quando cita um exemplo simples de atendimento pelos educadores a estes alunos.
¨O compromisso do educador tem como base a sua apropriação dos seus próprios recursos e instrumentos: a observação, o diálogo, a negociação." São instrumentos que todo educador pode utilizar e para isso não precisa de cursos de especialização para atender esses alunos.
Dr. Claudio também descreve que para trabalhar com classes heterogêneas o professor deve flexibilizar os objetivos.
Estes pontos citados vem de encontro com a prática na escola.
Encontrar nas teorias pontos centrais que identificam uma interação com a realidade. Dentro deste contexto o vídeo e o texto do Dr. Claudio Roberto Baptista contribuem para esclarecer nossas dúvidas e completa quando cita um exemplo simples de atendimento pelos educadores a estes alunos.
¨O compromisso do educador tem como base a sua apropriação dos seus próprios recursos e instrumentos: a observação, o diálogo, a negociação." São instrumentos que todo educador pode utilizar e para isso não precisa de cursos de especialização para atender esses alunos.
Dr. Claudio também descreve que para trabalhar com classes heterogêneas o professor deve flexibilizar os objetivos.
Estes pontos citados vem de encontro com a prática na escola.
EVIDÊNCIAS DE APRENDIZAGENS
A proposta de envolver a cada um de nós em informações básicas sobre como têm evoluído as atitudes que os diferentes grupos sociais assumiram em relação às pessoas consideradas anormais ou deficientes.
Um argumento é criar uma relação do conhecimento dos aspectos de base das políticas públicas brasileiras na área da educação especial com a prática social da nossa realidade.
A interação com a leitura das teorias, a construção das atividades propostas, me levaram a algumas curiosidades em contexto dia-a-dia da rua.
Por exemplo: como um cadeirante se locomove no centro de Porto Alegre.
Com a câmera fotográfica na bolsa fui ao centro observar no dia 09/04 e encontrei somente um cadeirante.
Ele se prontificou a dar uma entrevista, deu o seu e-mail para contato, pois, ministra palestras. O assunto de sua preferência é o atletismo, porque, é maratonista e já viajou para o exterior. Justifica que tem facilidade em andar no centro, porque, sua cadeira de rodas é especial para atletas, por isso, quando necessário ele dá um pulo da calçada para a rua quando não tem rampa.
Mas também justifica que não há cadeirantes circulando por causa da dificuldade de acesso, poucas rampas nas calçadas e lojas. Lembra inclusive que a maior dificuldade é viajar de ônibus pois não existe adaptação para cadeirantes em ônibus inter-municipal e estadual.Mora em Niterói-Canoas próximo da estação do trem, isso facilita a sua ida e vinda à Porto Alegre.
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