A p r e n d i z a g e m...

No texto de Marta Kohl de Oliveira no que diz respeito a aprendizagem do adulto e o funcionamento intelectual onde faz referência ao teórico Palácios, este afirma que os adultos de idade avançada mantém um bom nível de competência cognitiva se estiverem com boa saúde, um nível educativo e cultural, a experiência profissional, são fatores que determinam um bom êxito na aprendizagem em idade avançada.
Com o estudo do referencial teórico fiz um comparativo com uma prática de aprendizagens de uma pessoa adulta com o uso da tecnologia do computador.
Esta pessoa adulta tem 55anos, estudou até a 4ªsérie, é faxineira, separou-se do marido a muitos anos e levou os dois filhos para construir nova vida.

A aluna de que faço referência, apresentou facilidades na aprendizagem na informática e o texto de Oliveira se remete a esta aprendizagem como sendo objeto de interesse. Isto é, ela queria muito aprender a usar essa tecnologia e participar desse centro de interesse virtual.
Neste sentido são evidentes as referencias de Oliveira que a aprendizagem de adultos é primordialmente uma questão cultural.
Referência: Texto: Jovens e adultos como sujeitos de conhecimento e aprendizagem de Marta Kohl de Oliveira.

Argumentos sobre Célestin Freinet

Argumentar sobre nossas aprendizagens, é buscar conhecimento que tem um objetivo definido e claro, mas seu caminho não é de antemão estabelecido. É preciso promover a reflexão prático-teórica. Para avaliar a prática do fazer pedagógico, Freinet buscou uma maneira de tornar o conhecimento algo importante e acessível às crianças. A ênfase consiste num trabalho cooperativo entre professor e aluno. Para Freinet, a pesquisa é a forma de buscar o equilíbrio entre os impulsos internos e estímulos externos e a ação de viver frente aos novos conhecimentos. Diante das rígidas normas educacionais de sua época, Freinet introduziu mudanças com a proposta da aula-passeio. Nessas aulas, as crianças também tinham contato com a Geografia, a História, a Aritmética, as Ciências Naturais e Sociais. A sala de aula passou a fazer parte da vida de fora da escola.
A proposta pedagógica de Freinet nos deixa uma grande contribuição com relação ao trabalho com Projetos de Aprendizagem, a interdisciplinaridade nos dias de hoje.
Referência: Revista do professor, Porto Alegre, jul/set.1998.

Argumentos sobre Maria Montessori

Como Pedagogos em formação temos muitos argumentos para falar das contribuições de Maria Montessori para a prática pedagogica. São evidenciadas aprendizagens com crianças que utilizam os materiais concretos criados por Montessori. Com o Material Dourado é possível criar e desenvolver com os alunos atividades lúdicas e concretas, estruturadas para conduzi-los gradualmente ao Sistema de Numeração Decimal Posicional. A principal função desse material, até hoje utilizado, ainda é o estudo das quatro operações fundamentais. Para Montessori a educação deve respeitar as diferenças individuais permitindo o desenvolvimento da personalidade e do caráter individual. Para isso, ela deve viver em um ambiente ordeiro que proporcione respeito ao espaço do outro.
Um dia observei uma escola infantil Montessoriana em Porto Alegre que se destacou pelo ambiente com mobílias em miniatura, reproduzidos para garantir o domínio e a autonomia de uso das crianças. Para Montessori este ambiente é adequado e permite a criança agir criativamente e com liberdade no espaço de aprendizagem.
REFERENCIAS: Revista do professor, Outubro a Dezembro de 1990.

Um espaço de aprendizagem...



A Banca da Editora Projeto.




Arlette autografando a Revista Projeto 10
onde se encontra encartado o CD de Jogos.

Livros, autógrafos e Guaíba uma combinação perfeita.
A Feira do Livro Infantil no cais do porto é um espaço de muitas aprendizagens, além da vista linda do guaíba. A programação de oficinas acontece a todo momento. Foram acréscimos em aprendizagens ao participar da Oficina Informática x Jogo x Alfabetização com a pedagoga Arlette Mabilde dia 10 de Novembro. Os Jogos são importantes e atrativos para alfabetizandos.
O referencial teórico, Projeto? O que é? Como se faz?, de Léa Fagundes traz uma colocação importante sobre o uso do computador na aprendizagem. Todos os trabalhos e ou projetos desenvolvidos com este objeto digital deve ter alguém para coordenar a reflexão sobre a ação, o planejamento de novas ações. Isto é, mesmo os jogos de alfabetização utilizados no computador devem ter a intervenção mediadora do professor com perguntas sobre cada etapa do jogo, lançando desafios e articulando o processo de aprendizagem.
Nesta situação de aprendizagem Léa descreve que para um novo conhecimento possa ser construído, ou para que o conhecimento anterior seja melhorado, expandido, aprofundado, é preciso um desequilíbrio, o sistema assimilador está perturbado porque a certeza “balançou” pois o conhecimento melhora e aumenta.
Texto: Projeto? O que é? Como se faz? - retirado do livro Aprendizes do futuro: as inovações começaram! Autora: Léa da Cruz Fagundes
Co-Autoras Débora Laurino e Luciane Sayuri Sato

A oralidade na Educação Infantil...

Para o aprendizado da leitura e da escrita é preciso fazer uma relação com a estrutura sonora de palavras ou de parte delas. No referencial teórico "Jornal Letra A-jun/jul.2005" são habilidades relacionadas à consciência fonolófica as rimas, as aliterações, consciência sintática, silábica e fonêmica. A capacidade de analisar fonemas e de relacionar esses fonemas com as "letras" que os representam, é a última que a criança tende a adquirir na aprendizagem da leitura e escrita.
Construir uma relação da prática do "Plano de Aula" contar a história dos três porquinhos com habilidades relacionadas à consciência fonológica são de reflexões e novos saberes. O referencial teórico de Marta Cuquerella - Grupo de crianças de 4 anos, onde relata as experiências vivenciadas. Marta trabalha a linguagem respeitando o nível próprio de linguagem em que se encontra cada criança e seu objetivo é colocar as crianças diante de uma situação de escrita.
Assim, contar a história, incentivar a releitura da história através de personagens com a escrita de seus nomes e construir uma história coletiva enquanto que a professora escreve o que contam também são argumentos para construir a habilidade da consciência fonológica.